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28 agosto, 2026
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Horta comunitária do bairro Brasilândia realiza primeira colheita em Volta Redonda

A Secretaria Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional (Sesan) de Volta Redonda realizou, nesta semana, a primeira colheita da horta comunitária implantada no bairro Brasilândia. O projeto-piloto faz parte das ações previstas no Plano Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional (Plamsan), e tem como objetivo contribuir para o combate à insegurança alimentar, além de incentivar o cultivo de alimentos, a sustentabilidade e a participação das comunidades.

A iniciativa prevê a implantação de hortas comunitárias em diferentes localidades. A Sesan é responsável pela preparação dos espaços e pela orientação dos moradores, enquanto a comunidade participa diretamente dos cuidados com o cultivo, garantindo a manutenção da horta e o desenvolvimento da produção.

Além do plantio de alimentos, o projeto trabalha conceitos de sustentabilidade e educação alimentar. Entre as orientações oferecidas pela secretaria estão ações de combate ao desperdício de alimentos e a utilização da compostagem orgânica, contribuindo para o reaproveitamento de resíduos e para práticas mais sustentáveis.

“Essa primeira colheita representa um passo importante para o projeto e mostra o resultado do trabalho realizado em conjunto. A prefeitura prepara o espaço e dá todo o suporte e orientação necessários, mas a participação da comunidade é fundamental para que a horta continue produzindo. Queremos que esses espaços sejam não apenas locais de cultivo, mas também de aprendizado, convivência e promoção da segurança alimentar”, afirmou o secretário municipal de Segurança Alimentar e Nutricional, Fábio Buchecha.

Expansão para outros territórios

Com o resultado positivo do projeto-piloto, a Sesan já trabalha na implantação de novas hortas comunitárias em diferentes regiões de Volta Redonda. Alguns terrenos já estão preparados para receber os cultivos, incluindo áreas nos bairros Jardim Cidade do Aço e Candelária.

A escolha dos locais também leva em consideração o interesse e o compromisso dos moradores em participar da iniciativa. A proposta é levar as hortas para territórios onde exista mobilização da comunidade e disposição para assumir os cuidados necessários com o espaço.

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